Sobre o Projeto

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O objetivo do projeto Jovem Hacker é auxiliar na formação de uma geração que seja autônoma tecnologicamente e esteja melhor preparada para definir os rumos do desenvolvimento tecnológico na  sociedade. No projeto buscamos compartilhar e construir conhecimento sobre cultura digital, software livre, recursos e dados abertos, e o trabalho colaborativo.

O empoderamento tecnológico vai de encontro a noção de “usuários”, dependentes de um sistema tecnológico cada vez mais complexo, fechado e ubíquo, sem entender seu funcionamento, nem tendo autonomia para interferir em seu funcionamento. Focamos em  incentivar esses jovens, particularmente mulheres,para que possam incorporar novas ferramentas em áreas de atuação já consolidadas (como o jornalismo, educação, ou desenvolvimento de sistemas).

A formação do Projeto Jovem Hacker está distribuída em módulos, e tem seu foco no aprendizado através de projetos práticos e colaborativos. Tomamos como base a noção de end-user programming, focando a formação em atividades relacionadas ao remix, mashup e reuso. Não buscamos formar exímios programadores, mas tinkerers, ou “fuçadores” que possam entender os princípios dos códigos de computadores,  customizar, modificar e criar em cima de códigos e programas existentes.  Acreditamos que jovens podem se sentir motivados a entender o quê acontece com os programas que usam, particularmente quando desenvolvem a capacidade de modifica-los. O Jovem Hacker, é portanto, um experimento em formação.  Adotamos alguns preceitos básicos, focados em uma ética hacker: o uso de software livre, o compartilhamento livre de código, e o trabalho colaborativo, aberto.

O projeto Jovem Hacker é uma iniciativa do NIED (Unicamp) e do Coletivo Revoada. Em 2015, o projeto está sendo conduzido em duas cidades (Campinas e Capivari) com experimentações e currículos distintos, mas com planejamento conjunto.

2 comentários sobre “Sobre o Projeto

  1. fedel

    Olá KA, o projeto inicialmente foi desenvolvido voluntariamente, atualmente a edição Campinas conta com financiamento do ProAc Edital (Programa de Cultura do Governo do Estado de São Paulo), e o de Capivari conta com apoio do IFSP.

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